31 de mar de 2015

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Quatro vetados e Maguinho ainda é dúvida

Além de Adriano Pardal, o técnico Roberto Fernandes não conta para o jogo de amanhã contra o Globo com o volante Zé Antônio Paulista e com os atacantes Gilmar e Thiago Potiguar.
O volante Maguinho foi relacionado, mas ainda será reavaliado amanhã. Se o jogo fosse hoje, ele estaria fora.
O ala Arthur Henrique viajou para resolver assuntos particulares em São Paulo e só regressa na sexta-feira. É outro que não fica à disposição do treinador.
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Lesão na coxa tira Pardal da estreia na Copa do Brasil

O atacante Adriano Pardal, que estava "pronto" para estrear depois de um bom tempo tratando de uma contusão na coxa (que sofreu ainda quando atuava na Arábia Saudita), sentiu novamente uma lesão na coxa (não foi a mesma) e acabou sendo vetado pelo departamento médico. O resultado do exame de imagem mostrou um estiramento de grau dois no músculo reto anterior. O prazo de recuperação varia de 10 a 15 dias.
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Investigado na Lava Jato, grupo OAS põe à venda a Arena das Dunas

Companhia vai vender 100% dos ativos do estádio construído em Natal para a Copa do Mundo no Brasil e 50% da participação na Arena Fonte Nova, de Salvador.
No ano seguinte em que foi um dos palcos da Copa do Mundo no Brasil, a Arena das Dunas já será colocada à venda. Investigado pela Operação Lava Jato, da Polícia Federal - que apura grande esquema de lavagem e desvio de dinheiro envolvendo a Petrobras, grandes empreiteiros e políticos do país -, o Grupo OAS, além de confirmar em nota a negociação do estádio, apresentou nesta terça-feira pedido de Recuperação Judicial de nove de suas empresas à Justiça do Estado de São Paulo. E não só os 100% dos ativos da Arena das Dunas serão colocados à venda, como também 50% da Arena Fonte Nova, de Salvador, também palco do mundial.

A construção da Arena das Dunas custou R$ 423 milhões, com R$ 100 milhões investidos pela OAS e o restante financiado pelo Governo do Rio Grande do Norte através do BNDES - o que vai resultar no total de R$ 1,2 bilhão. O estádio foi inaugurado no dia 22 de janeiro de 2014 e recebeu quatro jogos da Copa do Mundo 2014.

As dificuldades da OAS começaram em novembro, a partir das investigações sobre a Petrobras e o suposto envolvimento em corrupção pela operação Lava Jato, da Polícia Federal.

- O setor de infraestrutura depende de financiamento intenso de capital para o desenvolvimento dos projetos que dão suporte ao crescimento econômico do país. Desde o início das investigações na Petrobras, as instituições financeiras têm sistematicamente restringido o acesso das empresas aos recursos necessários para a manutenção das obras. Com quase 40 anos de vida, a OAS se vê impelida a tomar medidas que lhe permitam continuar a operar num processo saudável de renegociação das dívidas, preservando milhares de empregos diretos e indiretos - afirma Fabio Yonamine, presidente da OAS Investimentos.
Serão colocadas à venda a participação da OAS S.A. na Invepar (24,44% do negócio), a fatia no Estaleiro Enseada (17,5%), a OAS Empreendimentos (80%), a OAS Soluções Ambientais (100%), a OAS Óleo e Gás (61%) e a OAS Defesa (100%).
Em nota, a OAS diz que "o pedido de Recuperação Judicial não inclui as Sociedades de Propósito Específico (SPEs) da OAS Empreendimentos, que são responsáveis pela incorporação e construção de empreendimentos imobiliários em vários estados brasileiros. Dessa forma, todos os compradores de imóveis não serão afetados por qualquer acordo estabelecido dentro da Recuperação Judicial".
Também foram excluídas da Recuperação Judicial a Arena das Dunas, a Arena Fonte Nova, a OAS Soluções Ambientais e a OAS Óleo e Gás, além das participações da OAS na concessionária Porto Novo, no Estaleiro Enseada, na OAS Logística, na OAS Energy e na OAS Defesa.
Depois de dois anos e cinco meses de obras, a Arena das Dunas foi inaugurada no ano passado e ficou marcada pelos confrontos da Copa do Mundo 2014 em Natal. Foram quatro partidas, oito seleções e 159 mil torcedores de várias partes do planeta ocupando as arquibancadas - uma média de quase 40 mil espectadores por jogo. Entre as disputas, destaca-se o encontro das campeãs mundiais Itália e Uruguai, em um duelo emocionante e decisivo que eliminou os italianos da competição. O estádio também foi palco da polêmica mordida do atacante uruguaio Luis Suárez no zagueiro italiano Giorgio Chiellini.

A capital potiguar recebeu ainda outras três partidas na primeira fase do Mundial. A primeira, entre México e Camarões. Os mexicanos venceram por 1 a 0. Os outros jogos foram Gana 1 x 2 EUA e Japão 0 x 0 Grécia.

Elogiado pela sua arquitetura e por suas 20 "pétalas" que compõem a cobertura, simulando a paisagem das dunas potiguares, a Arena das Dunas é vista como uma das mais bonitas do país. Além de sediar a Copa, o gramado já foi palco para a decisão do título do Campeonato Potiguar de 2014, conquistado pelo América-RN. Além disso, recebeu jogos de grandes clubes brasileiros, como Cruzeiro e Flamengo, pela Copa do Brasil, quando as torcidas locais promoveram grandes mosaicos nas arquibancadas.
 
Do: Globo.com
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GOLEIROS: Busatto e Pantera;
LATERAIS: Walber e Julinho;
ZAGUEIROS: Zé Antônio Potiguar, Flávio Boaventura, Cléber e Edson Rocha;
VOLANTES: Maguinho, Tiago Dutra, Judson e Régis Potiguar;
MEIAS: Cascata, Álvaro, Daniel Costa e Mateus;
ATACANTES: Max, Gláucio, Alfredo e Emerson.

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RF fala sobre o momento do América

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Vídeocast: Mesa Redonda com Clóvis Emídio

A Rádio VP realizou na noite desta segunda-feira (30) mais uma mesa redonda. Neste programa recebemos o ex-presidente Clóvis Emídio como convidado. Imperdível!

Confira na integra o vídeo:



Programa Mesa Redonda
Apresentação: Sérgio Fraiman
Comentários: Carlos Xeu, Ronaldo Rezende e Danniel Morais
Técnica: Edmo Anderson e Alexandre Martins

A Mesa Redonda vai ao ar todas as segundas-feiras ao vivo, às 20h. Você pode participar mandando perguntas e comentários pelo Twitter @vermelhopaixao.
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OAS pede Recuperação Judicial e coloca Arena das Dunas à venda

O Grupo OAS apresentou nesta terça-feira (31) pedido de Recuperação Judicial de nove de suas empresas à Justiça do Estado de São Paulo. A iniciativa foi o melhor caminho encontrado pelo Grupo para renegociar suas dívidas com credores e fornecedores diante da intensa restrição de crédito verificada desde o final do ano passado.Também serão negociados ativos (participação) do grupo em vários empreendimentos, incluindo a Arena das Dunas, estádio construído para os jogos da Copa do Mundo de 2014 em Natal.
"Vamos vender os nossos ativos num processo de Recuperação Judicial para dar segurança aos investidores de que não correrão risco de ter seu negócio contestado na Justiça pelos credores da OAS. O desinvestimento em ativos é motivado também pela decisão de priorizar o core business do Grupo, que é o nosso braço de construção pesada, a Construtora OAS", afirma Diego Barreto, diretor de Desenvolvimento Corporativo da Construtora OAS.
Serão colocadas à venda a participação da OAS S.A. na Invepar (24,44% do negócio),a fatia no Estaleiro Enseada (17,5%), a OAS Empreendimentos (80%), a OAS Soluções Ambientais (100%), a OAS Óleo e Gás (61%) e a OAS Defesa (100%). Também serão negociadas a Arena Fonte Nova (50%) e a Arena das Dunas (100%).
Barreto destaca ainda que a Construtora OAS entra com pedido de Recuperação Judicial por questões técnicas, já que é garantidora dos financiamentos do Grupo, não por falta de liquidez, problema que atingiu as outras empresas incluídas no pedido (OAS S.A., OAS Imóveis S.A., SPE Gestão e Exploração de Arenas Multiuso, OAS Empreendimentos S.A., OAS Infraestrutura S.A., OAS Investments Ltd., OAS Investments GmbH e OAS Finance Ltd.).
A OAS decidiu também que concentrará esforços naquilo que é sua principal vocação, a construção pesada. "O setor de infraestrutura depende de financiamento intenso de capital para o desenvolvimento dos projetos que dão suporte ao crescimento econômico do País. Desde o início das investigações na Petrobras, as instituições financeiras têm sistematicamente restringido o acesso das empresas aos recursos necessários para a manutenção das obras. Com quase 40 anos de vida, a OAS se vê impelida a tomar medidas que lhe permitam continuar a operar num processo saudável de renegociação das dívidas, preservando milhares de empregos diretos e indiretos",afirma Fabio Yonamine, presidente da OAS Investimentos.
A OAS levará à mesa desse processo contribuições muito distintas das observadas em outras Recuperações Judiciais. Uma companhia com recursos para manter suas atividades, ativos valorosos e uma equipe de gestores profissionais oferece a clientes, credores e fornecedores um ambiente muito mais seguro para as negociações.
Após o deferimento do pedido de recuperação pelo Judiciário, a OAS terá 60 dias para apresentar o plano de reestruturação dos débitos aos credores e fornecedores, que terão mais 120 dias para discutir e aprovar a proposta. As dívidas contraídas até a data de hoje (31 de março) serão congeladas e renegociadas. Todas as que forem feitas a partir do mês de abril serão integralmente cumpridas. Pagamentos de salários e benefícios de colaboradores não serão afetados pelo processo de Recuperação Judicial. De forma direta ou indireta, são mais de 100 mil colaboradores envolvidos.
O pedido de Recuperação Judicial não inclui as Sociedades de Propósito Específico (SPEs) da OAS Empreendimentos, que são responsáveis pela incorporação e construção de empreendimentos imobiliários em vários Estados brasileiros. Dessa forma, todos os compradores de imóveis não serão afetados por qualquer acordo estabelecido dentro da Recuperação Judicial.
Também foram excluídas da Recuperação Judicial a Arena das Dunas, a Arena Fonte Nova, a OAS Soluções Ambientais e a OAS Óleo e Gás, além das participações da OAS na concessionária Porto Novo, no Estaleiro Enseada, na OAS Logística, na OAS Energy e na OAS Defesa.
As dificuldades da OAS começaram em novembro, a partir das investigações sobre a Petrobras, o que resultou na interrupção das linhas de crédito. Ao mesmo tempo, clientes suspenderam momentaneamente seus pagamentos e novas contratações. Como consequência, as agências de rating rebaixaram a nota da OAS, o que levou ao vencimento antecipado de suas dívidas.
Com o agravamento de sua situação, a OAS decidiu, ao final de 2014, suspender temporariamente o pagamento das dívidas que venceriam a partir de janeiro. O objetivo imediato foi continuar as operações, manter a folha de pagamento em dia e cumprir os compromissos tributários.
A Construtora OAS aposta em uma governança profissionalizada, na remodelação corporativa, na revisão de seus processos de gestão, no fortalecimento das áreas de compliance e auditoria interna, além de diretrizes rígidas para reduzir riscos na condução do negócio. O objetivo é tornar a empresa mais enxuta, mais ágil, mais competitiva, focada em produtividade e custos.
 
Do: TN Online
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Escolinha recomeça sábado no CT

No próximo sábado recomeçam as atividades da escolinha do América no CT Abílio Medeiros com a coordenação de Bruno Xavier. 
O núcleo do bairro de Lagoa Nova (SESI) continua normalmente com a direção de Daniel Morais (9927.1171 ou 8848.3499). 

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Timemania com prêmio de R$ 2,3 milhões nesta terça-feira


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Bahia não renova contrato com a Arena Fonte Nova

O torcedor do Bahia que estava acostumado a ir para a Fonte Nova ver o seu time jogar, possivelmente não fará mais isso em 2015. Em nota divulgada nesta segunda-feira (30), o clube avisou que não irá renovar o contrato para mando de jogos na Arena Fonte Nova e retornará ao Estádio de Pituaçu, onde atuou entre 2009 e 2013.
Segundo o presidente tricolor, Marcelo Sant'Ana, a Fonte Nova sempre será a casa do torcedor tricolor, mas o clube não recebeu nenhuma proposta vantajosa do consórcio que administra o estádio. Ele também ressaltou o esforço da atual Diretoria Executiva do Esquadrão na tentativa de transformar a Arena em um caldeirão, mas sem sucesso.
"Assim como o consórcio busca legitimamente garantir sua operação e seus interesses, a Diretoria Executiva tem a obrigação de defender os interesses do Clube e da Nação Tricolor. É dever da Diretoria proteger, valorizar e respeitar os sócios e os torcedores que dão a vida pelo Bahia. Não se pode fechar os olhos diante dos repetidos problemas e da falta de soluções. Para nós, tricolores, estádio, futebol e Bahia não são matemática financeira. São nossa vida, nosso orgulho, nosso amor", diz parte do comunicado.
O clube antecipou o aviso de que não jogará mais na Arena pois não há mais partidas como mandante até o dia 7 de abril, quando acaba o contrato entre as partes. Ainda de acordo com Sant'Ana, "o Bahia continua disposto a negocia para jogar na Arena Fonte Nova, desde que o consórcio valorize, trate bem e respeite a torcida tricolor"; confira o comunicado na íntegra.

"À Nação Tricolor,
O Esporte Clube Bahia, através da sua Diretoria Executiva, agradece publicamente à Fonte Nova Negócios e Participações pelos dois anos de parceria, iniciada no dia 7 de abril de 2013. Juntos, Clube e consórcio cresceram e amadureceram. No período, enquanto a Arena renasceu como sede da Copa do Mundo de 2014, o Bahia, graças à força da sua torcida, tornou-se democrático.
A Fonte Nova é, sem dúvida, a casa de todos nós, tricolores. Torcedor se faz na arquibancada. E na Fonte a torcida do Bahia se consolidou como a maior do estado, do Nordeste e uma das maiores do Brasil. Na Fonte Nova, o Brasil se apaixonou pelo Bahia.
Um amor correspondido. Amor de pais e filhos. E filhos, todos sabemos, nós criamos para o mundo. O Bahia, repito, graças à força da Nação Tricolor, é um Clube livre e democrático. Livre para tomar suas próprias decisões. Democrático para saber ouvir cada um.
Durante quase quatro meses, a atual Diretoria Executiva, eleita pelos sócios, negociou a renovação do contrato com o consórcio responsável pela administração da Arena. Procurou valorizar a Torcida de Ouro. Tentou transformar a Arena em nosso caldeirão. Sem sucesso.
O Bahia, apesar das conversas, não recebeu uma única proposta na qual a torcida e o Clube fossem valorizados. O Clube entende as dificuldades do consórcio e respeita a postura da Fonte Nova Negócios e Participações, uma empresa privada.
Mas, assim como o consórcio busca legitimamente garantir sua operação e seus interesses, a Diretoria Executiva tem a obrigação de defender os interesses do Clube e da Nação Tricolor. É dever da Diretoria proteger, valorizar e respeitar os sócios e os torcedores que dão a vida pelo Bahia. Não se pode fechar os olhos diante dos repetidos problemas e da falta de soluções.
Para nós, tricolores, estádio, futebol e Bahia não são matemática financeira. São nossa vida, nosso orgulho, nosso amor.Por já não ter mais partidas como mandante até o dia 7 de abril, quando acaba o contrato com a Fonte Nova Negócios e Participações, o Bahia comunica que, a partir de agora, seu mando de campo oficial voltará a ser Pituaçu, estádio público usado por clubes da capital e do interior.
O Bahia continua disposto a negociar para jogar na Arena Fonte Nova, desde que o consórcio valorize, trate bem e respeite a torcida tricolor.Quem dá vida a um estádio é a torcida do Esporte Clube Bahia.
Saudações Tricolores,
Marcelo Sant’Ana
Presidente do Esporte Clube Bahia"

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Maguinho e Cascata são dúvidas para estreia na Copa do Brasil

O volante Zé Antônio Paulista e os atacantes Gilmar e Thiago Potiguar seguem vetados pelo departamento médico e estão fora do confronto de amanhã contra o Globo, pela primeira fase da Copa do Brasil. 
O volante Maguinho e o meia Cascata ainda não estão garantidos na partida e serão reavaliados nesta terça-feira, segundo informação do Dr. Maeterlinck Rêgo. 
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Programação da semana

●TERÇA-FEIRA (31): Manhã: descanso / 15h30 – Treino no CT

●QUARTA (1): 20h30 – Globo x América – Copa do Brasil

●QUINTA (2): Manhã: Descannso / 15h30 – Reapresentação no CT

●SEXTA (3): 8h30 – Treino no CT / Tarde: descanso

●SÁBADO (4): 20h30 – Palmeira x América – Campeonato Potiguar

●DOMINGO (5): 9h – Reapresentação no CT / Tarde: descanso
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América espera divulgação da tabela do Sub-15

Severo Júnior, coordenador das divisões de base, aguarda a divulgação da tabela e regulamento do campeonato estadual Sub-15, que terá início no próximo dia 9 de abril. Por enquanto, a equipe segue treinando normalmente no CT Abílio Medeiros.

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Timemania: diferença para a Ponte despenca para 703 apostas

Com o desempenho no concurso do último sábado, o América (46º) diminuiu a diferença da Ponte Preta (45º) para apenas 703 apostas. Para efeito de comparação, no concurso 679, realizado em 22/01, a diferença para a Ponte era de 3.199 apostas.
A briga é acirrada e precisamos aumentar o número de apostas para passarmos o time de Campinas. A tarefa não é fácil. Hoje o torcedor tem mais uma oportunidade de fazer o clube rubro crescer na Timemania, cravando o AMÉRICA-RN como "clube do coração". O prêmio estimado é de R$ 2.300.000,00
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