Um acréscimo de mais de R$ 300 milhões (100 milhões de euros) para os clubes brasileiros somente com bilheteria nos próximos cinco anos. E um aumento de quase 25% de torcedores nos estádios no mesmo período.
Esta é a previsão do economista inglês Stefan Szymansk, um dos autores do livro "Soccernomics" e co-diretor do Centro de Gestão de Esporte da Universidade de Michigan, para o futebol nacional após a Copa do Mundo de 2014.
A estimativa é baseada em um estudo realizado sobre o impacto da Copa e da Eurocopa nos países do velho continente.
De acordo com o trabalho, Szymansk constatou que a média de público nos países que receberam os dois eventos no continente subiu de 15 até 25 % durante os primeiros cinco anos após o evento.
O inglês acredita que a Copa vai impulsionar o crescimento do público nos jogos do Brasileiro. Os novos estádios construídos para o Mundial serão os que receberão os maiores públicos. Segundo o inglês, o fenômeno ocorreu nos países europeus pesquisados no seu trabalho.
Apesar de prever um crescimento de público nos estádios brasileiros por causa do "efeito Copa", o economista inglês acha difícil o futebol nacional superar o teto de atrair mais de 25% de torcedores nos próximos cinco anos.
"O Brasileiro não está tão bem estabelecido como as ligas de Espanha ou Inglaterra. Outro problema para o país é o fuso horário, que atrapalha a exibição dos jogos para grandes mercados. No entanto, o futebol brasileiro ainda tem uma das imagens mais fortes no futebol", disse.
Esta é a previsão do economista inglês Stefan Szymansk, um dos autores do livro "Soccernomics" e co-diretor do Centro de Gestão de Esporte da Universidade de Michigan, para o futebol nacional após a Copa do Mundo de 2014.
A estimativa é baseada em um estudo realizado sobre o impacto da Copa e da Eurocopa nos países do velho continente.
De acordo com o trabalho, Szymansk constatou que a média de público nos países que receberam os dois eventos no continente subiu de 15 até 25 % durante os primeiros cinco anos após o evento.
O inglês acredita que a Copa vai impulsionar o crescimento do público nos jogos do Brasileiro. Os novos estádios construídos para o Mundial serão os que receberão os maiores públicos. Segundo o inglês, o fenômeno ocorreu nos países europeus pesquisados no seu trabalho.
Apesar de prever um crescimento de público nos estádios brasileiros por causa do "efeito Copa", o economista inglês acha difícil o futebol nacional superar o teto de atrair mais de 25% de torcedores nos próximos cinco anos.
"O Brasileiro não está tão bem estabelecido como as ligas de Espanha ou Inglaterra. Outro problema para o país é o fuso horário, que atrapalha a exibição dos jogos para grandes mercados. No entanto, o futebol brasileiro ainda tem uma das imagens mais fortes no futebol", disse.
Da Folha de São Paulo
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