29 de mar de 2018

Questão financeira foi determinante para a saída de Júlio Terceiro

Ontem, durante entrevista coletiva, o técnico Ney da Matta esclareceu a saída do auxiliar-técnico Júlio Terceiro, que ao ser demitido na última segunda-feira alegou que o novo treinador não via "a necessidade da presença de um auxiliar técnico do clube."
Da Matta mostrou para a diretoria a necessidade de contar com o seu próprio auxiliar-técnico e diante da situação financeira do clube o presidente Eduardo Rocha disse que não tinha como pagar dois auxiliares. 
"Na verdade acho que interpretaram mal. Acho legal o auxiliar do clube. Por falta de paciência, troca-se muito o comando e acaba, quando sai o treinador, o clube fica sem ninguém. O que foi colocado pela diretoria é que existia a necessidade de trazer o auxiliar nosso e dentro dessa situação, o presidente disse que não tinha condições de pagar dois auxiliares e acho que isso acabou criando a não permanência do Júlio Terceiro no clube. A gente não está aqui para tomar o emprego de ninguém e nem para demitir ninguém. Infelizmente acho que interpretaram mal essa situação”, explicou o treinador.
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4 comentários:

Alexandre Medeiros disse...

Nesta caso a diretoria errou novamente, por que, no momento da contratação do técnico já era para expor que o clube já tinha um auxiliar permanente de confiança, e que vinha desempenhando um bom papel, aí caberia o técnico aceitar ou não, aí chega o técnico pede um novo auxiliar, com novo salário, e de repente maior que o de Júlio, ou seja, gera custo para o clube, num momento que não está pudendo, a diretoria não era para ter aceito esse pedido do técnico.

De fora percebemos que o Júlio Terceiro vinha fazendo um bom trabalho profissional dentro do América, mas que infelizmente não foi reconhecido pela diretoria atual, para nós torcedores o que achamos estranho é que existem alguns"profissionais" que trabalham á anos no clube, não obtiveram resultados expressivos, mesmo assim, não são dispensados.

Danniel Ribeiro disse...

Como sempre os dirigentes pensando a curto prazo.

Questão financeira não pesa quando trazem Tadeu, Murici, Pachequinho, Jeam e etc, mas pesa na hora de optar por estruturar o clube a médio prazo

Valdy Freire disse...

Se é economia, a preferencia seria o auxiliar da casa, porque? Caso o técnico não der resultado (coisa corriqueira), o clube já tinha um treinador pronto para substitui-lo, que inclusive, poderia dar certo ou não, vide caso do atual técnico do abc. Está provado e comprovado que acima de tudo falta planejamento, os dirigentes tem os clubes como "casa de mãe Joana".

Unknown disse...

Não era simplesmente cabível dizer ao treinador que não é possível trazer o assistente dele, já que o clube teria uma nova política quanto a isso? Eis o planejamento da turma de sempre no América. Ainda há quem indague porque estamos nessa situação.

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