22 de dez. de 2014

0 comentários

Adversário do Mecão na Copa do NE adiou a reapresentação

O Serrano, adversário do América na rodada inaugural da Copa do Nordeste, adiou a reapresentação do elenco para o dia 02 de janeiro (estava marcada para sábado passado). Segundo o gerente de futebol Luiz Felipe, a mudança se deu por causa da ida do time para Porto Seguro, onde será necessário fazer alguns ajustes para que seja realizada a pré-temporada e a equipe mandar seus jogos.
Na próxima temporada, o time será comandado pelo treinador Ricardo Silva (ex-Vitória), o time mongoio já contratou o volante Bida (que tem passagens pelas equipes do Vitória, Santos, Atlético/GO, Ponte Preta e Vila Nova/GO), lateral esquerdo Carlos Alexandre (que atuou no Cabense/PE e Santa Cruz/PE), lateral direito Salgadinho (Salgueiro/PE), volante Jaildo Marques (ex-Sport/PE, ASA e Boa Esporte) e com o atacante Deon (ex-Atlético de Alagoinhas, Juazeirense e Jacuipense).
A diretoria está negociando com o goleiro Renan Rocha, que estava no Atlético Paranaense, com o volante Ramires (ex-Vitoria, América e Náutico) e com o atacante Diego Neves (ex-Fortaleza).
Além de América e Serrano/BA, o grupo A da Copa do Nordeste tem Vitória/BA e Confiança/SE.

Com você, o Mecão é ainda mais forte. Seja Sócio!

7 comentários

Abre aspas para Gustavo Carvalho

“Não estamos negociando com ele (Lúcio Maranhão), nem sequer entramos em contato com o jogador. É uma possibilidade, realmente entramos em contato com os dois atletas (Flávio Boaventura e Thiago Potiguar)”
Com você, o Mecão é ainda mais forte. Seja Sócio!

20 de dez. de 2014

1 comentários

Regulamento da Copa do Nordeste/2015

A CBF também divulgou o Regulamento Específico da Copa do Nordeste da próxima temporada. O campeão terá vaga assegurada na Copa Sul-Americana de 2015.
Clique AQUI e veja o regulamento da competição.
Com você, o Mecão é ainda mais forte. Seja Sócio!

0 comentários

CBF divulga RGC de 2015

A CBF, através da Diretoria de Competições, publica ontem em definitivo o Regulamento Geral de Competições 2015, decorridos os 15 dias da publicação original previstos na Lei 10.671/03 (Estatuto do Torcedor).
A CBF, que com o presidente José Maria Marin e o presidente eleito Marco Polo Del Nero, tomou a iniciativa de criar o fairplay financeiro, reafirma a sua intenção de publicar, através de regulamentos específicos de competições ou resoluções de presidência, normas em que os clubes, em caso de não cumprimento, possam sofrer sanções, obedecendo o que dispõe o artigo 105 e seu parágrafo único, reproduzidos abaixo.
Art. 105 – A CBF publicará, através dos regulamentos específicos de competições ou resolução da Presidência, normas sobre fairplay (jogo limpo) financeiro e trabalhista que estabeleçam requisitos e responsabilidades, visando ao saneamento fiscal e financeiro dos clubes, que ficarão obrigados a cumpri-las, sob pena de sofrerem as pertinentes penalidades desportivas.
Parágrafo único: O cumprimento estrito de tais normas, com a adoção de padrões gerenciais que resguardem o equilíbrio econômico-financeiro e competitivo dos clubes, é condição essencial para assegurar às agremiações o direito de participação nas competições, bem como a manutenção dos pontos e classificação conquistados.

Clique AQUI para ver a íntegra do Regulamento Geral de Competições/2015.
Com você, o Mecão é ainda mais forte. Seja Sócio!

0 comentários

Efeito dominó

A administração de três dos principais estádios do país foi alterada. Com seus maiores executivos presos pela Operação Lava Jato e em situação financeira delicada, a OAS perdeu o principal executivo que geria os estádios da empreiteira - a Arena do Grêmio, a Fonte Nova e Arena das Dunas.
Carlos Eduardo Paes Barreto, que presidia a OAS Arenas, não está mais no cargo. Foi substituído por Felippe Padovani. Cadu, como é conhecido, comandava as operações nos três estádios, construídos e geridos pela empreiteira.

Da Folha de São Paulo
Com você, o Mecão é ainda mais forte. Seja Sócio!

19 de dez. de 2014

0 comentários

Torcida CAIXA: Baé mora e trabalha na sede do América de Natal


Erinaldo Rafael da Silva, o Baé, é conhecido em Natal (RN) como o torcedor número um do América. Nos jogos, faz as vezes de animador de torcida. Chega ao estádio uma hora antes do jogo, sempre na sua bicicleta vermelha enfeitada com seis pequenas flâmulas do time. Para aquecer, desce ao gramado e corre de um lado para o outro sacudindo uma bandeira do América. De repente, Baé para, ajoelha-se em cima do estandarte e reza. Logo após um cumprimento aos jogadores, o ritual termina com a subida do torcedor para a geral.

A festa continua na arquibancada. O torcedor grita, incentiva, pula. “O América é tudo pra mim. Eu sou o torcedor número um mesmo”, garante Baé. Antes da construção da Arena das Dunas, no antigo Machadão, onde não havia divisórias na arquibancada, Baé dava uma volta completa no estádio a cada gol alvirrubro – comemoração que ainda se repete nos jogos em Goianinha, cidade próxima à capital potiguar. “Já cheguei a dar oito voltas na arquibancada”, lembra. “Acredite se quiser: tenho 54 anos e ainda dou aquele show no estádio.”

Nem sempre Baé esteve tão próximo do seu time do coração. Quando ainda morava em Angicos, cidade a 180 km de Natal, tinha que acompanhar as partidas do América pelo rádio. Às vezes, conseguia assistir a uma partida ou outra na TV de uma fazenda vizinha. Em Natal, onde chegou em 1979, Baé tratou de recuperar o tempo perdido. Em 1991, o torcedor número um do Dragão pediu trabalho ao presidente do clube. “E ele disse ‘você tá empregado a partir de amanhã’. E até hoje eu tô aqui. Tenho um quartinho na sede. Moro e trabalho no América. Respiro América”, conta o auxiliar de serviços gerais.

Vida em vermelho
Baé pintou mesmo a vida de vermelho. Em junho deste ano, vestindo terno e calça encarnados, o americano de Angicos foi homenageado pela Câmara dos Vereadores de Natal. Baé recebeu o título de cidadão natalense. “Por onde eu ando, tô sempre de vermelho. Praticamente só uso vermelho. Eu vou pra missa de vermelho dos pés à cabeça”, revela.

O gosto pelo vermelho rendeu até uma simpatia pelo Internacional de Porto Alegre. “Mas minha paixão mesmo é o América”, garante. Sabendo da simpatia do torcedor pelo time gaúcho, os dirigentes do América deram a Baé o que ele considera o melhor presente da sua vida. Em 1997, o torcedor foi convidado para ir a Porto Alegre, naquela que foi sua primeira viagem de avião, para acompanhar um jogo entre o alvirrubro e o colorado.

“É o nosso torcedor mascote, torcedor símbolo do clube e da torcida”, explica Odeman Júnior, gerente de marketing do América. “O amor dele pelo time é tão grande que hoje só usa coisas vermelhas. Na casa dele, aqui na sede do clube, é vermelho pra todo lado: paredes, televisão, ventilador, geladeira, cama. Acho que só a pasta de dente e o papel higiênico não são vermelhos”, brinca.

Da: Agência Caixa de Notícias
Com você, o Mecão é ainda mais forte. Seja Sócio!

6 comentários

Wanderson e Didira ficam no Asa

Em contato com o presidente do Asa-AL, Bruno Euclides, recebi a informação da permanência do atacante Wanderson para 2015. O mesmo ocorre com o meia Didira, outro especulado para defender o América em 2015.
Com você, o Mecão é ainda mais forte. Seja Sócio!

0 comentários

Média de público cai 25% em jogos à noite

 O horário dos jogos foi um fator preponderante para a presença de torcedores nos jogos do Brasileiro em 2014. Levantamento feito pela Folha com as informações de público e renda de todas as partidas da Série A mostra que quanto mais tarde foram os eventos, menores foram as médias de público.
As partidas à tarde, às 17h no domingo (16h antes do horário de verão) e às 16h30 no sábado, foram as que registraram as melhores médias de presença de torcedores nos estádios durante o torneio, com cerca de 20 mil pagantes. Quando os jogos aconteceram à noite, a média apresentou 25% de queda.
Os jogos às quartas e sábados à noite estão entre os que registraram as piores médias de ingressos vendidos, pouco menos de 15 mil por jogo. As partidas no meio de semana que são transmitidas pela TV Globo precisam começar após a exibição da novela.
Dirigentes de clubes admitem que a definição dos horários dos jogos é feita pela Globo, detentora dos direitos de transmissão. A emissora informa que "o calendário do futebol é definido pela CBF e pelas federações em concordância com os clubes".
A Folha apurou que não há nenhum projeto ou estudo da CBF para alterar os horários das partidas. A entidade diz que ela e "a TV Globo decidem em conjunto os horários, respeitadas as questões contratuais".

RENDA
Rebaixado para a Série B do Brasileiro, o Vitória é o time com pior renda entre as 20 equipes que disputaram a Série A em 2014. Arrecadou pouco mais de R$ 1 milhão.
O presidente do clube, Carlos Falcão, reclama do horário dos jogos. "As partidas realizadas às 22h nas quartas são ruins, pois não há meio de transporte público quando o jogo termina", afirma.
"Mas acredito que a Globo, como maior patrocinadora do futebol, tem o direito de colocar as partidas no horário que lhe for mais conveniente", completa o dirigente.
O bicampeão Cruzeiro foi o clube que mais arrecadou com bilheteria no torneio. Os mineiros lucraram mais de R$ 22 milhões dessa forma.
O presidente do clube, Gilvan Tavares acredita que o público nos jogos poderia ser maior se as partidas do torneio fossem realizadas mais cedo. O dirigente, entretanto, conta que não defende alteração no calendário.
"Pelo o que a gente ouve da Globo, as novelas rendem mais audiência que o futebol. Eles pagam bem para ter esse poder de decisão", afirma Tavares.
A última edição do Campeonato Brasileiro registrou a maior bilheteria da história da competição. Foram mais de R$ 200 milhões arrecadados pelos 20 clubes.
O valor, porém, ainda é inferior ao que a Globo paga para as equipes que disputam o torneio. A emissora desembolsa mais de R$ 1 bilhão por temporada.
"Enquanto bilheteria render menos que a TV, a decisão será deles", explica o presidente do Cruzeiro.

Da Folha de São Paulo
Com você, o Mecão é ainda mais forte. Seja Sócio!

2 comentários

Com R$ 100 milhões em caixa, catarinenses querem ter seis clubes na Série A

Com quatro times na Série A do Brasileiro e um na Série B, Santa Catarina terá um aporte financeiro – apenas de cotas de televisão – em torno de R$ 100 milhões em 2015. Se você está surpreso com a força do futebol catarinense, que ficou de 2003 a 2013 com um ou dois times – Criciúma, Figueirense e Avai na Série A – saiba que os planos são muito maiores.

"Esse valor é muito importante para nosso estado. Faz girar a economia, há contratações em hotéis e os clubes podem melhorar ainda mais", diz Delfim de Pádua Peixoto.

Para ele, a quadra é pouco, a quina virá rapidamente e a sena é um sonho com data marcada para acontecer. "Surpresa não foi Joinville e Avaí subirem e nem Chapecoense e Figueirense continuarem na A. Para mim, surpresa foi o Criciúma, nosso maior campeão e com mais poder financeiro, cair. Alguma dúvida que ele voltará em 2016? Então, poderá ser cinco clubes na A. Sem surpresa".

E há outra bala na agulha. "O Metropolitano de Blumenau tem um trabalho muito bom. Tem chance de ser campeão catarinense e já bateu três vezes na trave para chegar na Série C. É um clube bem estruturado e terá acessos contínuos".

O número de clubes competitivos é uma das forças de Santa Catarina. Desde 2003, o estado teve cinco clubes diferentes na Série A. Apenas São Paulo, com dez clubes, o supera.  Santa Catarina está a frente do Rio e de Minas, com quatro e Rio Grande do Sul, com três representantes. Todo o Nordeste teve apenas seis representantes.

"A força econômica do nosso interior é muito grande, supera a capital, ao contrário de outros estados. Isso cria pólos de desenvolvimento que bancam clubes fortes", diz Delfim.

Uma conversa com os presidentes de clubes catarinenses faz com que as anotações se confundam, tamanha é a semelhança de projetos. Todos falam em chegar e ficar, cair nunca mais. E a confiança é baseada na frase "tenho o pé no chão e não gasto mais do que tenho"

"Buscamos planejamento, comprometimento, responsabilidade e transparência", afirma Sandro Pallaoro, empresário e presidente da Chapecoense.

O clube chegou à Série D em 2009. Foi campeão. Em 2010, houve problemas e o time quase caiu para a segunda catarinense. Aí, engrenou: em 2012, subiu para a B e em 2013, para a série A. "Aqui não tem 'loucuragem', não se contrata figurão e não se paga salários astronômicos. O mês tem 30 dias, o que é um chamariz no futebol brasileiro", diz o presidente.

O teto salarial é de R$ 80 mil. A folha total é de R$ 1,5 milhão. "Quando a gente estava na B, o maior salário era de R$ 25 mil e a folha chegava a R$ 500 mil. Nossa cota aumentou muito e não torramos tudo. Os gastos aumentaram menos do que nossas receitas", explica Pallaoro.

A busca pela estabilidade faz com que o clube busque cortes. "No Brasileiro, a gente tinha um elenco de 35 jogadores. No catarinense, são 26 e muitos vêm da base. Quem for bem, continua e pode sonhar com disputar a série A no segundo semestre".

Chapecó tem 210 mil habitantes e fica 630 quilômetros a oeste da capital. Os dirigentes da Chapecoense querem mais do que representar apenas sua cidade. "Temos gente de toda a região em nossos jogos. Temos torcedores no sul do Paraná", diz o presidente.

Nereu Martinelli, presidente do Joinville, aponta a gestão empresarial como a razão do sucesso catarinense. "Enquanto ninguém falava de nós, construímos um centro de treinamentos, passamos a dar alimentação adequada e balanceada aos jogadores, os campos ficaram ótimos, há ótima fisiologia e departamento médico de qualidade. Passamos a ter uma boa categoria de base. Aqui, é 70% gestão e 30% emoção porque ninguém vive sem emoção".

Joinville tem 560 mil habitantes e se localiza 150 kims ao norte da capital. Era pedra cantada no boom do desenvolvimento do futebol. "É, a gente não podia ficar de fora, mas não se consegue nada por decreto. Em 2013, ficamos fora do acesso por um ponto. Procuramos o César Sampaio, que ajudou a planejar o elenco do 2014. Só veio gente comprometida. Mantivemos o treinador, não é como em 2008, quando tivemos seis técnicos", diz Martinelli.

O clube não deve a ninguém. Nem aos jogadores. "Nosso prêmio era de R$ 700 mil pelo acesso e mais R$ 300 mil pelo título. Todo mundo já recebeu. Temos R$ 380 mil de patrocínio mensal e estamos negociando com um patrocinador máster. E no catarinense, teremos 14 meninos da base jogando. É como um laboratório para a Série A", diz o presidente.

O Avai sonha com a sul-americana em 2016, mas ficará feliz em manter-se na Série A. "Não adianta ficar imaginando o que não se consegue. O jeito é trabalhar com teto salarial enxuto e com jogadores de caráter. Não aceitamos mercenários e queremos jogadores que sonhem em crescer."

O acesso só veio na última rodada, com uma série de resultados. "Nosso planejamento era para que fosse mais fácil, mas tivemos problemas financeiros que estamos resolvendo. Subimos para ficar", diz o presidente.

Todos os entrevistados falam em uma mudança de pensamento dos dirigentes do futebol catarinense. "Ninguém mais torce para o outro cair. Se tivermos mais representantes, ficamos mais fortes individualmente", repetem, com uma outra diferença de enfoque.

Unidos e com dinheiro, não aceitam ser ioiô. São quatro, têm certeza que serão cinco e sonham com o sexto elemento. São os catarinenses.

Do UOL
Com você, o Mecão é ainda mais forte. Seja Sócio!

0 comentários

Americano em Gramado


Bom dia, Sérgio,

 Todos dias vejo seu blog varias vezes ao dia, admiro muito seu trabalho, De férias eu e minha esposa (Andressa) em Gramado-RS levei comigo (como sempre faço) o manto do MECÃO RN, encontrei vários americanos que pediram o manto pra registrar também seu amor pelo nosso mecão.

Saman Fausto

Obs: Fotos para publicação no blog deverão ser enviadas para o e-mail sergionatalrn@gmail.com
Com você, o Mecão é ainda mais forte. Seja Sócio!

18 de dez. de 2014

0 comentários

Liga do Nordeste já divide metade da arrecadação em partes iguais

O que o Projeto de Lei 7681/14, em análise na Câmara dos Deputados, propõe em termos divisão de recursos não será novidade para os clubes integrantes da Liga de Futebol do Nordeste.
A competição regional adotou já faz um bom tempo uma sistemática simples e, principalmente, mais justa. Metade do montante é rateado em partes iguais entre todos os participantes, sem observar número de torcedores, audiência na tv ou qualquer outro índice. A outra metade é distribuída por mérito. O campeão leva a maior fatia do bolo, o vice outro bom pedaço e por aí vai.
Com você, o Mecão é ainda mais forte. Seja Sócio!

1 comentários

Azulão acerta com volante Neto, ex-América-RN

O São Caetano acertou com o volante Neto, que jogou a Série B do Campeonato Brasileiro pelo América-RN na temporada. O jogador, que já treina com o restante do elenco, tem contrato até o fim da Série A-2 e é o nono reforço do clube para a competição.

Ano passado, o volante de 23 anos também passou pela Penapolense, pela qual disputou o Campeonato Paulista. Ele também acumula passagem pelo Linense.

Até semana que vem, o São Caetano pretende acertar com mais dois jogadores, ambos para o setor ofensivo.

Do Diário do Grande ABC
Com você, o Mecão é ainda mais forte. Seja Sócio!

17 de dez. de 2014

1 comentários

BID com rescisões e renovação

O Boletim Informativo Diário (BID) emitido pela CBF nesta quarta-feira mostra as rescisões de contrato do meia Arthur Maia e do zagueiro Roberto Dias. Por outro lado, o goleiro Pantera teve o registro do seu novo contrato publicado.
Com você, o Mecão é ainda mais forte. Seja Sócio!

0 comentários

Aprovado o parcelamento de débitos de clubes esportivos com a União

O relatório aprovado da Medida Provisória 656/14 também introduz o parcelamento de débitos de clubes esportivos com a União em até 240 prestações mensais, com redução de 70% das multas isoladas, de 30% dos juros de mora e de 100% do encargo legal.

Poderão ser parcelados os débitos tributários e não tributários com a Receita Federal, a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional e o Banco Central vencidos até a data de publicação da futura lei.

A entidade desportiva constituída como empresa poderá usar prejuízo fiscal apurado e base de cálculo negativa da Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL) para quitar ou abater a dívida. O principal poderá ser abatido em até 30% do montante.

Da: Câmara Notícias
Com você, o Mecão é ainda mais forte. Seja Sócio!

0 comentários

Proposta determina que clubes esportivos dividam igualmente 50% da cota de TV

O mecanismo de distribuição dos recursos arrecadados pelos clubes esportivos com direitos de transmissão de imagens de jogos na televisão pode mudar.

Pelo Projeto de Lei 7681/14, em análise na Câmara dos Deputados, 50% da receita serão divididos igualmente entre as entidades participantes do torneio ou campeonato transmitido; 25% serão distribuídos conforme a classificação da equipe na última temporada do mesmo torneio ou campeonato; e 25% de forma proporcional à média do número de jogos transmitidos no ano anterior. A proposta altera a Lei Pelé (9.615/98).

Segundo o autor, deputado Raul Henry (PMDB-PE), o objetivo é tornar a distribuição dos recursos mais justa. Conforme explica, desde 2012 os contratos para transmissão de jogos do Campeonato Brasileiro de Futebol são negociados livremente entre os clubes e os veículos de comunicação.

“Dinâmica perversa”
De acordo com Henry, esse sistema cria uma “dinâmica perversa”. O deputado ressalta que clubes com maiores orçamentos contratam melhores jogadores, têm maior probabilidade de conquistar maior número de títulos, e, com isso, de ter maior crescimento das torcidas. “Torcidas maiores, por sua vez, representam audiência mais elevadas nas TVs, o que significa contratos de transmissão financeiramente mais vantajosos, e o ciclo vicioso se repete”, afirma.

Ele cita o exemplo do campeonato espanhol, em que as negociações são individuais e privilegiam Barcelona e Real Madrid, detentores de 11 dos últimos 15 títulos nacionais na Espanha.

Já na Itália, o deputado ressalta que, ao final da temporada 2010/11, o Ministério do Esporte determinou que as cotas de televisão do futebol voltassem a ser negociadas coletivamente para acabar com o desequilíbrio orçamentário. Lá, 40% do valor são divididos igualitariamente, 30% são repassados conforme o desempenho no campeonato anterior e 30%, de acordo com o tamanho das torcidas. Na Inglaterra, o modelo adotado é exatamente o mesmo que Henry propõe para o Brasil.

O parlamentar cita as cotas de transmissão dos jogos dos seguintes times de futebol brasileiros de 2012 a 2015:
- Grupo 1 – Flamengo e Corinthians: R$ 110 milhões;
- Grupo 2 – São Paulo: R$ 80 milhões;
- Grupo 3 – Vasco e Palmeiras: R$ 70 milhões;
- Grupo 4 – Santos: R$ 60 milhões;
- Grupo 5 – Cruzeiro, Atlético-MG, Grêmio, Internacional, Fluminense e Botafogo: R$ 45 milhões;
- Grupo 6 – Coritiba, Goiás, Sport, Vitória, Bahia e Atlético-PR: R$ 27 milhões.

Já para a temporada de 2016 a 2018, os valores são os discriminados abaixo:
- Grupo 1 – Flamengo e Corinthians: R$ 170 milhões
- Grupo 2 – São Paulo: R$ 110 milhões
- Grupo 3 – Vasco e Palmeiras: R$ 100 milhões
- Grupo 4 – Santos: R$ 80 milhões
- Grupo 5 – Cruzeiro, Atlético-MG, Grêmio, Internacional, Fluminense e Botafogo: R$ 60 milhões.
- Grupo 6 – Coritiba, Goiás, Sport, Vitória, Bahia e Atlético-PR: R$ 35 milhões

Raul Henry chama a atenção para o fato de que, nesse último período, clubes que participam do Grupo 6 receberão apenas 20,5% do que receberão Flamengo e Corinthians. “Como é possível existir competitividade com tamanha disparidade?”, questiona.

Contrato coletivo
Pela proposta, a comercialização dos direitos de transmissão deverá ser feita de forma coletiva e unificada, por uma entidade que represente todos os clubes participantes do campeonato, escolhida pela maioria deles. E os contratos de venda dos direitos de imagem terão de ser publicados na internet.

Henry lembra que, até 2011, o Clube dos Treze, representante dos times de futebol de maior torcida no País, negociava coletivamente os direitos de transmissão. Embora o deputado também critique o modelo anterior, porque a entidade privilegiava seus associados em detrimento dos demais participantes do Campeonato Brasileiro, ele considera a mudança para o modelo de negociação individual “veio para piorar”. “O futebol brasileiro, desse modo, passou de um modelo que gerava desigualdade para outro que a aprofundava”, afirma.

Tramitação
A proposta foi encaminhada para análise conclusiva das comissões de Esporte; de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Da: Câmara Notícias
Com você, o Mecão é ainda mais forte. Seja Sócio!